sábado, 11 de julho de 2009

Em breve

O Feelmes está passando por uma reestruturação!
Aguarde as novidades que vêm por aí...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O Cinema e o mar

Nunca duvide do poder transformador do cinema. Se ainda resta qualquer tipo de dúvida ou se ainda são necessárias provas, sugiro que você acompanhe a primeira vez de uma pessoa em frente à tela do cinema. Eis aí uma experiência transformadora que muitos comparam ao primeiro contato com o mar e toda a sua imensidão.

A sala de cinema é um ambiente totalmente planejado para um único fim: provocar sensações e despertar sentimentos. São cerca de duas horas nas quais os espectadores se submetem a uma introspecção inicial seguida por uma catarse coletiva. Heráclito de Éfeso disse que “um mesmo homem não se banha duas vezes no mesmo rio, porque nunca é o mesmo homem e nunca é o mesmo rio”, estendendo esse pensamento para o cinema, vale dizer que nunca uma sessão é igual à outra, ainda que o filme seja o mesmo.

Apagam-se as luzes e todo um mundo novo de sons, cores, imagens e palavras escancara-se em frente aos olhos. Ficar imune a essa experiência é praticamente impossível, quando lembranças são revisitadas e novidades são exploradas, tudo isso envolto pela aura mágica que só o cinema tem.

Sensibilizar-se com novas realidades e despertar em si o desejo de mudança, crer que o amor é possível nas telas e lutar para que ele seja possível também fora delas, refletir sobre os dramas humanos e amadurecer o próprio pensamento, emocionar-se com tragédias mundo afora e desejar que um outro mundo seja possível, chorar de tanto rir numa comédia e sair do cinema acreditando que a vida é boa: quem não experimentou uma dessas sensações nunca assistiu de verdade a um filme.

Na próxima sessão vá de coração aberto e sentidos atentos para saborear tudo aquilo que o cinema tem a oferecer, permita-se tornar a experiência diante da tela ainda mais agradável. Dedique-se a sentir durante as horas da sessão e você verá o mar pela primeira vez, talvez de novo. E nunca, nunca duvide do poder transformador do cinema.

Foto: Luiza Bodenmüller

Uma semana de cinema em Florianópolis


Junho se aproxima e, com ele, o FAM (Florianópolis Audiovisual Mercosul) também. Entre os dias 5 e 12 de junho, o auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, cede espaço para o evento que traz um panorama sobre a produção audiovisual de vários países.

O FAM chega à sua 13ª edição, com o mesmo compromisso do início: promover a integração cultural e permitir que o público tenha acesso à produções que não são veiculadas no circuito comercial.

Com uma programação extensa que abarca os mais diversos gêneros cinematográficos e eventos paralelos, o festival se inicia com a Mostra de longas e a exibição do filme “A Erva do rato”, de Júlio Bressane. Produções de outros países do Mercosul, como o longa argentino “El fin de la espera” e o uruguaio “Polvo nuestro que estás en los cielos” também fazem parte da programação.

Simultaneamente à mostra de longas, ocorrem outras sete mostras e o Fórum Audiovisual do Mercosul, que servirá como espaço de discussão e intercâmbio de informações entre produtores de cinema do Mercosul e será transmitido ao vivo. A programação, diversificada e dinâmica, ainda conta com oficinas, workshops e encontros para os interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a produção cinematográfica. Além disso, este ano o FAM apresentará produções da França, Peru e Portugal, que compõem a mostra de convidados especiais, e a mostra latina La Cinta Corta.

As exibições são gratuitas e acontecem no auditório Garapuvu, no Centro de Eventos da UFSC, e em espaços alternativos do campus universitário.

Acesse o site e o blog do FAM e tenha acesso à programação do evento

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Festival de Cannes encerra com Palma de Ouro

Cerimônia de encerramento. Foto: AFP

O 62° Festival de Cannes foi encerrado no último dia 24, domingo, com a premiação dos filmes que concorreram nas mais diversas categorias. Durante os 12 dias do festival, celebridades e sumidades do cinema desfilaram pelo tapete vermelho nas várias seções oficiais e paralelas.

Neste ano o filme brasileiro “À Deriva” competiu na mostra Un Certain Regard, que faz parte da Seleção Oficial, mas não levou nenhum dos três prêmios em disputa. O vencedor principal dessa mostra foi o filme grego “Kynodontas”, que conta a história de 3 adolescentes que são mantidos em cárcere privado pelos pais, sem nunca ter tido qualquer contato com o mundo além dos muros da sua própria casa.

O festival desse ano foi marcado pela exibição do último filme de Heath Ledger, morto em 2008, pela estréia do novo filme de Pedro Almodóvar, “Los abrazos rotos”, pela polêmica causada pelo novo filme de Lars Von Trier, “Antichrist”, além do lançamento do novo filme de Quentin TarantinoInglorious Basterds”.


O grande vencedor da Palma de Ouro, prêmio mais visado do festival, foi o filme "Das weisse band" ("A Fita branca", em tradução livre para o português), do diretor austríaco Michael Haneke. O longa, filmado todo em preto e branco, é ambientado numa vila protestante ao norte da Alemanha, às vésperas da I Guerra Mundial. Acidentes estranhos acontecem na vila e são punidos severamente de acordo com os rígidos padrões morais dos moradores.




Confira aqui a lista dos premiados no festival de Cannes em 2009

Quer saber mais sobre o festival? Aqui você encontra um resumo de tudo o que aconteceu por lá

Pipoca, guaraná e comédia

Uma pesquisa de Marketing realizada pelos alunos da 5ª fase do curso de Administração empresarial da ESAG, revelou o perfil comportamental dos frequentadores de cinema em Florianópolis.

Foram entrevistadas 400 pessoas no período entre 13 e 26 de outubro de 2008 em diversos locais da cidade. Informações sobre motivos que determinam a escolha de sala, consumo de produtos da bomboniere, gênero de filme mais assistido, faixa etária, renda, escolaridade e sexo foram colhidas durante a pesquisa e servirão de base para a análise a seguir.

O primeiro item a ser pesquisado foi “motivos que determinam a escolha da sala”. Cada entrevistado poderia escolher pelo menos três itens entre: variedade dos filmes, conforto, qualidade técnica das salas, localização, preço, qualidade no atendimento, variedade de produtos na bomboniere e outros motivos.

A localização recebeu o maior número de citações, 24,7%, seguida pelo conforto com 21,5% e pela qualidade técnica das salas que obteve um percentual de 17,7%.
Relacionando cada item de avaliação com as salas de cinema da Capital, é possível perceber quais foram os “campeões” de preferência, como mostra a tabela abaixo:

Outro fator analisado foi o consumo de alimentos. Do total de entrevistados, 83,8% consome algum tipo de produto durante a sessão, sendo que 74% desses compra os produtos na bomboniere do próprio cinema. Quando o assunto é sobre qual o alimento mais consumido pelos frequentadores das salas, não houve nenhuma surpresa; a pipoca e o refrigerante lideram a lista, com quase 80% da preferência.

Em relação aos gêneros de filmes mais procurados, a Comédia revelou ser o gênero favorito dos entrevistados com 49,5%, seguida por Ação, Suspense e Aventura. Na comparação das preferências entre o sexo feminino e masculino, o resultado revelou um clichê: mulheres preferem Romance, Drama e Comédia e homens preferem filmes de Ação, Aventura e Terror, nesta ordem.

Quando perguntado sobre a frequência com que o consumidor vai ao cinema, 30,5% dos entrevistados mantêm uma assiduidade de, pelo menos, uma vez a cada quinze dias. E quanto ao horário mais procurado, a maioria, 55,1%, opta pelo período a partir das 20h. Já em relação aos dias da semana mais visados, nenhuma novidade: o fim de semana continua sendo o mais escolhido, sendo que o sábado é o dia de pico na maioria das salas de cinema.

Sobre o perfil pessoal do consumidor, notou-se que a maioria do público é composta por mulheres (55%), universitários (35%), com renda de até 2 salários mínimos (22%) e com faixa etária entre 19 e 25 anos (40%). Um dos motivos que contribuíram para a dominação das mulheres na sala de cinema, é o simples fato que, muitas vezes, elas são as responsáveis por levar os filhos às sessões infantis. Já os outros fatores dominantes podem ser analisados da seguinte forma: normalmente o público universitário tem idade entre 19 e 25 anos e renda de até 2 salários mínimos e, além disso, esse tipo de consumidor tem direito à “meia entrada” no cinema, o que estimula ainda mais a presença dessa faixa de entrevistados nas salas.

Dentre as redes de cinema existentes em Florianópolis, a mais citada foi a rede Cinesystem no Shopping Iguatemi, escolhida principalmente pela sua localização. Em segundo lugar encontra-se o Cinemark no Shopping Floripa e a rede Arcoíris, do Shopping Beiramar, que atualmente passa por uma reforma.

Sendo assim, o público-alvo dos cinemas em Florianópolis pode ser descrito como: mulheres, universitárias que comem pipoca e bebem refrigerante durante uma sessão de comédia, após as 20h, no Cinesystem, que é o cinema mais bem localizado da cidade, a cada 15 dias.

Já o público-alvo deste blog não é limitado ao resultado da pesquisa. O blog se propõe a ser instrumento de informação e cultura a todos aqueles que têm fascínio pela chamada “sétima arte”, sejam eles homens ou mulheres, universitários ou aposentados, residentes em Florianópolis ou não.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Cineclube Ieda Beck - Entrevista

Numa casa condenada pelo tempo e com vista para o Largo da Catedral, encontra-se o principal órgão representativo do Cinema estadual: a Cinemateca Catarinense. É nesse ambiente onde cinema é a palavra de ordem que a Diretora Financeira da instituição, Carol Gesser, concedeu a entrevista que você confere abaixo.

Como e onde surgiu o cineclube?

O cineclube é uma prática que nasceu na França, no século XX, na cinemateca francesa. Nos anos 60 o cineclube passou por uma expansão no mundo inteiro, sempre conservando a mentalidade de refletir sobre o filme e não simplesmente assisti-lo e ir embora. É uma reflexão que parte imediatamente depois de terminar o filme, naquele calor onde os sentimentos estão presentes e são logo debatidos. Já nos anos 90 a prática cineclubista caiu muito principalmente por causa do alto custo necessário para transportar a película, já que na época não existia DVD e ninguém exibia VHS num cineclube. Com o advento das novas tecnologias data show, projetores, dvd, etc os cineclubes puderam entrar em ação de novo.

E como foi o começo do cineclubismo em Florianópolis?

Em Florianópolis esse movimento começou dentro da Universidade Federal de Santa Catarina, a UFSC. Existiam vários cineclubes lá dentro. Eles se organizaram, chamaram outros cineclubes que existiam na cidade para formar um grupo com o intuito de discutir a atuação dos cineclubes em Florianópolis. Desse grupo surgiu o cineclube Rogério Sganzerla, Sopão de Filmes, Plasticine, Cineclube do Badesc, o Cinclube da Fundação Vitor Meirelles e mais alguns.

Foi nesse contexto que surgiu também o Cineclube Ieda Beck?

Quando eu entrei na Cinemateca (Cinemateca Catarinense), na gestão 2009-2010, uma das nossas propostas era a criação do Cineclube da Cinemateca, que era um Cineclube que iria incentivar a exibição de filmes catarinenses uma vez que todos os outros cineclubes da cidade não tinham esse tipo de foco. Eram exibidos mais filmes alternativos, politicamente engajados, mostra de países ou com uma temática desse tipo. Foi então que criamos o Cineclube Ieda Beck. Ieda Beck foi uma produtora cultural de Florianópolis, foi presidente da Cinemateca e extremamente atuante na cultura daqui de Santa Catarina. Ela faleceu no começo do ano passado, e a gente achou nada mais justo batizar o Cineclube com o nome dessa mulher que fez tanto pelo cinema e pela cultura catarinense.

E qual é a proposta do Cineclube Ieda Beck?

A gente começou o Cineclube com uma proposta que é basicamente passar filmes de 15 em 15 dias, nas quartas e quintas-feiras, nas quartas ficção e nas quintas documentários, e também fazer itinerâncias pelo estado inteiro. Nós fazemos parcerias com várias outras entidades e órgãos e, por isso, são várias mostras, tanto que agora a gente acabou de fazer uma itinerância na Feira do Livro de Florianópolis. Nós tínhamos uma sala instalada durante os 11 dias do evento. Uma outra itinerância que a gente fez foi no aniversário de Florianópolis, junto com a Fundação Franklin Cascaes e com o Concine. Nós pegamos o equipamento e fomos a várias comunidades, mostrando um filme por noite em cada comunidade. Esse ano vamos participar em outras Feiras do Livro pelo Estado e também na Feira do Livro de Porto Alegre.

Como é feita a captação de recursos para a manutenção do Cineclube?

A Cinemateca é uma associação cultural, a gente tem associados que pagam anuidade e tem equipamentos para aluguel. Pra associados o aluguel tem 90% de desconto pra projetos culturais e 40% de desconto em projetos comerciais (publicidade). Quem não é associado paga o valor integral. A cinemateca se sustenta com isso, com as anuidades e com esse dinheiro que vem do aluguel dos equipamentos. Que é um valor ridiculamente barato e que serve basicamente para manutenção do equipamento e manutenção administrativa. A gente tem uma câmera 35mm, e 2 câmeras PD150 para aluguel. Além disso, nós temos uma parceria com o Fundo Municipal de Cinema (Funcine) e recebemos verba da prefeitura municipal, através desse Fundo, para fazer esse Cineclube.

O Cineclube está com alguma programação no momento?

Agora o cineclube está sem atividades por conta da Feira do Livro. Em junho haverá itinerância fora da cidade e a retomada das mostras na sede da Cinemateca.

Para finalizar, na sua opinião, qual é a importância de um Cineclube para a cidade?

No caso do nosso cineclube a importância é realmente divulgar o cinema local. E também a entrada é gratuita, isso faz com que as pessoas possam assistir e tenham acesso ao cinema local. Porque tem muita gente que acha que o cinema local é aquele programa do meio dia da RBS, “SC em Cena”, e o cinema é muito mais do que isso! A gente tem 2 editais, um municipal e um estadual, que dão prêmios pra mais ou menos uns 20 filmes, entre curtas e longas metragem. Então a produção de cinema em SC é grande e as pessoas têm que ter acesso a isso. Realmente o acesso a cultura é muito importante.

A Audiência e o cinema nacional

Você já parou pra pensar em quantos filmes nacionais assistiu nos últimos anos? Se você considera que assistiu a um número razoável de filmes, leia a matéria abaixo e descubra que se você fosse um espectador na década de 70, teria assistido muito mais...

A Ancine (Agência Nacional de Cinema) realizou uma pesquisa que mostra quais filmes conseguiram atingir a marca de um milhão de espectadores entre 1970 e 2007. Através da análise dos dados dessa pesquisa é possível perceber que o cinema brasileiro teve o seu auge de audiência nos anos 70 e 80 seguido por uma notável queda de público nos anos 90, quando o governo Collor extinguiu todos os órgãos que controlavam a produção e a distribuição do cinema brasileiro, praticamente acabando com a verba para produção cinematográfica no Brasil. Nos anos 2000 o cinema passa por um processo de reconquista do público, o que acarretou num aumento da média de campeões de bilheteria em relação à década passada.

(*) A pesquisa não fornece dados sobre os anos de 1992, 1993, 1994 e 1996

O sucesso da década de 70 aconteceu por conta da combinação de 3 fatores:

- aos Trapalhões, que emplacaram 10 filmes entre aqueles que tiveram mais de um milhão de espectadores. A série cômica que já era sucesso na tv conquistou o público também no cinema, levando uma média de 43 milhões de pessoas ao cinema durante a década de 70;

- à pornochanchada, que se beneficiou com uma lei da época da Ditadura, que obrigava as salas de exibição a projetarem uma porcentagem de filmes nacionais por ano. Os filmes desse gênero caracterizam-se pelas cenas de nudez e erotismo; diversos contos de Nelson Rodrigues foram adaptados para o cinema durante essa época;

- às características do cinema dessa época que contribuíram para a formação de estrelas e ídolos constantemente vistos nas telas dos cinemas. Nomes como Sônia Braga, José Wilker, Antônio Fagundes, Reginaldo Faria e Vera Fischer foram grandes expoentes desse período.

Como já foi dito, o governo Collor extinguiu órgãos como a Embrafilme (empresa estatal responsável pela distribuição e produção que hoje corresponde à Ancine), Concine (Conselho Nacional de Cinema, cujas funções também são exercidas pela Ancine hoje) e o próprio Ministério da Cultura, todos eles eram responsáveis pela produção cinematográfica no Brasil, que foi suprimida durante esse período.

O cinema só foi restaurado no Brasil a partir da criação da lei do Audiovisual por Itamar Franco que só entrou efetivamente em vigor durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1995.

O filme que reiniciou a trajetória do cinema brasileiro foi “Carlota Joaquina, a princesa do Brazil”, de Carla Camurati, lançado em agosto de 1995, que teve um público estimado em 1,286milhões de pessoas.

De 2000 a 2007, 24 filmes alcançaram a marca de 1milhão de espectadores. Apesar de ser um número relativamente baixo em comparação aos anos 70, esse dado é indício de que o cinema nacional está recuperando o público que foi afastado das salas nos anos 90. Vale ressaltar que a grande importância dos filmes produzidos do ano 2000 até hoje é a discussão gerada por eles. Filmes como “Cidade de Deus”, “Tropa de Elite”, “Carandiru”, “Meu nome não é Johnny”, entre outros, trouxeram à tona assuntos que fazem parte da realidade brasileira e provocaram amplas discussões e análises na mídia. Violência, tráfico de drogas, marginalização, etc, são temas “tipicamente brasileiros” e, por conta disso, banalizados. É justamente por esse motivo que a discussão e a proposição de mudanças provocadas pela exibição de filmes que retratem essa realidade é extremamente importante. É o cinema assumindo o seu papel questionador e transformador da sociedade.

Agora faça um teste e veja quantos filmes, dentre aqueles que tiveram mais de 1milhão de espectadores entre 2000 e 2007, você assistiu:
Xuxa popstar (2000)
O auto da Compadecida (2000)
Xuxa e os duendes (2001)
A Partilha (2001)
Cidade de Deus (2002)
Xuxa e os duendes2 (2002)
Carandiru (2003)
Lisbela e o prisioneiro (2003)
Os Normais (2003)
Maria, mãe do filho de Deus (2003)
Xuxa, abracadabra (2003)
Didi, o cupido Trapalhão (2003)
Deus é brasileiro (2003)
Cazuza – O tempo não para (2004)
Olga (2004)
Sexo, amor e traição (2004)
Xuxa e o tesouro da cidade perdida (2004)
A Dona da história (2004)
Os Dois filhos de Francisco (2005)
Se eu fosse você (2006)
Didi, o caçador de tesouros (2006)
Xuxa gêmeas (2006)
Tropa de Elite (2007)
A Grande família: o filme (2007)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Filme brasileiro é bem recebido em Cannes

O festival de Cannes assistiu, na noite de ontem, quinta-feira, ao filme brasileiro "À Deriva". O longa, dirigido por Heitor Dhalia ("O Cheiro do ralo" e "Nina"), conta a história de uma garota, Felipa, que durante as férias de verão vê sua família desmoronar, com a possibilidade de separação dos pais, e ao mesmo tempo tem o primeiro contato com a própria sexualidade.

O filme foi exibido na mostra paralela Un Certain Regard (Um certo olhar) e foi muito bem recebido pelo público, que mostrou sua satisfação com quase 5 minutos de aplausos. O elenco conta com a participação da atriz novata Laura Neiva, que interpreta Felipa, da atriz Débora Bloch e do ator Vincent Cassel que interpretam o casal em crise.

A coprodução entre a produtora O2, de Fernando Meirelles, e a Focus Features tem estreia marcada para o dia 30 de julho nos cinemas brasileiros.

Confira abaixo o trailer do filme "À Deriva":

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Atriz inglesa é encontrada morta

A atriz Lucy Gordon foi encontrada morta, em seu apartamento, na tarde de ontem, quarta-feira, em Paris. Segundo Elizabeth Simpson, agente da atriz, Gordon teria se enforcado no flat que dividia com seu namorado.

Lucy estreou no cinema com o filme "Perfume - A História de um assassino", em 2001 e tornou-se conhecida após a participação no filme francês "Bonecas Russas". Uma das últimas aparições da atriz foi no filme "Homem Aranha 3", onde ela interpretou a repórter Jennifer Dugan.

Lucy Gordon completaria 29 anos na quinta-feira, dia 22.